sexta-feira, 30 de março de 2012

Produtividade

Jornal Correio do Povo – Jornal Rural

DOMINGO, 11 DE MARÇO DE 2012

Estímulo para a safrinha de feijão

Frente a bons preços, produtor espera recuperar prejuízo com replantio
Crédito: lula helfer / cp memória
Frente a bons preços, produtor espera recuperar prejuízo com replantio

Com praticamente toda a área colhida no Estado, a 1 safra de feijão apresenta redução de 8,9% na produtividade devido à seca. Como os agricultores não conseguiram obter os mesmos 1.111 kg/ha do ano passado, a quebra na produção será de 25,25%. No ciclo 2010/2011, foram colhidas 93 mil t. A estimativa inicial da Emater já indicava colheita menor, de 81,6 mil t, mas a diferença aumentou no último levantamento, que apontou safra de 69,5 mil t. Os números seriam piores não fosse o bom desempenho da Serra e dos Campos de Cima da Serra. Detentoras de 20% da produção do RS, as regiões ampliaram a produção em 52,6%.

Segundo o presidente da Aprofeijão, Tarcísio Cereta, com a saca sendo vendida a R$ 86,64 esta semana - 18,2% a mais que no mesmo período de 2011, o produtor investiu na safrinha para recuperar o prejuízo. "Só não se plantou mais porque não tinha semente de qualidade no mercado." Ele estima área de até 30 mil ha a ser colhida em abril.

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DOMINGO, 11 DE MARÇO DE 2012

Ganho maximizado

Edgar Bullmann era um teimoso. Não confiava em nenhum técnico agrícola que chegava à sua propriedade, localizada no município de Santa Rosa, na região Noroeste. De tanto insistir, finalmente o veterinário da Cooperativa Mista São Luiz (Coopermil) começou a ganhar a sua simpatia e foi dessa forma que o então produtor de soja enveredou sobre a área da gestão da propriedade e aderiu com força total à produção de leite. A sua mulher, Rosane, era a que mais fazia força para que, enfim, Bullmann escutasse os técnicos.

A oportunidade foi dada por um projeto da Cooperativa Central Gaúcha de Leite (CCGL), em 150 propriedades no Estado, cujo foco era aumentar a produção e produtividade das vacas sem impactar nos custos. Como lembra o gerente de suprimento de leite da cooperativa, Jair da Silva Mello, a proposta não significa redução de desembolso, mas de custo por litro de leite. "O nosso objetivo era o de aumentar a renda do produtor por meio de melhor manejo e nutrição." Depois de dois anos, o custo médio dos produtores fica entre R$ 0,40 e R$ 0,45 e a produtividade por vaca atinge entre 25 e 30 litros por dia. Para este ano, o objetivo é dobrar o número de propriedades atendidas.

Resumindo a ópera, Bullmann, que antes tinha a produção de soja como a principal atividade e a de leite como marginal, com média de 14 litros por vaca/dia, atualmente foca toda a sua atuação no líquido branco. Hoje, ele trabalha com 27 vacas em lactação e uma captação média de 27 litros/animal. Para igualar a renda que tem com o leite em 19,5 hectares, precisaria produzir 100 sacas de soja por hectare, o que ciência nenhuma no mundo ainda conseguiu.

Resultados semelhantes teve o casal Milton e Rose Soschinski, do município de Catuípe, que, ao contrário de Bullmann, desde o início estava atento ao que traziam os técnicos em extensão rural. Eles começaram a produzir leite do zero, em 2008, e entraram no projeto em 2010.

Em menos de dois anos, conseguiram ter a produção elevada de 16 litros/vaca/dia para 25 litros/vaca/dia. E, o melhor, com custo de R$ 0,40 por litro. Como resultado, em 20 hectares, o casal consegue ter renda superior à que seria obtida se apostassem no cultivo de soja em 50 hectares.

NÚMEROS

Dados do cooperativismo no Rio Grande do Sul:

Número de cooperativas estaduais - 2.750;

O setor é responsável por 12% do PIB gaúcho;

Compram 56% do produto do agronegócio;

São responsáveis por 49% do PIB gaúcho, considerando as cadeias produtivas.


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DOMINGO, 11 DE MARÇO DE 2012


Brasil é a nova potência

Ficou para trás o tempo em que os produtos industrializados do Brasil eram vistos com desconfiança pelos importadores. Jairo Hurtado Alzate viajou 4,5 mil quilômetros da Colômbia para buscar negócios na Expodireto pelo segundo ano. Ele já compra peças para tratores fabricadas no Brasil, mas de intermediários. "Quero negociar diretamente com a indústria nacional. Já falei com seis empresas." Alzate atesta que, de cinco anos para cá, a influência brasileira na produção agropecuária colombiana cresceu sensivelmente por meio do fornecimento de insumos e máquinas. Outro que viajou milhares de quilômetros em busca de boas oportunidades foi o russo Alexander Bushmin, do Median Legal Bureau (foto). O trabalho do executivo é fazer intermediação entre importadores e exportadores de Rússia e Brasil. "Temos especial interesse em tratores, plantadeiras e sistema de irrigação", disse Bushmin.

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DOMINGO, 11 DE MARÇO DE 2012
Esteio projeta crescimento
Para o prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, a Rodovia do Parque permitirá que a cidade cresça em área ocupada. O ponto de partida é um terreno de 600 hectares, atualmente sem utilidade, que abrigará um loteamento industrial. Ele inclusive comemora a atração de empresas, que já deverão começar a se instalar na área em 2013. "Será um marco para a cidade, com investimentos que vão aumentar a capacidade produtiva, gerar mais empregos e trazer desenvolvimento."
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09/03/2012
Gerdau ampliará produção nos EUA
Rio - O presidente do Conselho de Administração do grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, disse ontem que a empresa está ampliando em 25% sua capacidade de produção de aços especiais nos Estados Unidos.

Segundo ele, a retomada da atividade econômica no país tem elevado a demanda por esse tipo de produto, principalmente por parte da indústria automotiva. Gerdau, no entanto, não detalhou qual o período para que essa ampliação seja concluída.

O empresário disse ainda que algumas das unidades estão operando no limite da capacidade. "Temos usinas nos EUA, principalmente no segmento de automóveis, em que estamos trabalhando a 100% da capacidade."
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SEXTA-FEIRA, 9 DE MARÇO DE 2012
Conab sinaliza nova retomada do milho
Aumento da produção do Brasil Central deve ajudar a abastecer indústria
No Rio Grande do Sul, lavoura do cereal segue com previsão de quebra de 44,8%
Crédito: vinícius roratto
No Rio Grande do Sul, lavoura do cereal segue com previsão de quebra de 44,8%
O sexto levantamento divulgado ontem pela Conab indicou leve recuperação na produção nacional de milho, frente ao estudo de fevereiro. Segundo o superintendente da Conab/RS, Glauto Melo, a alta de 872,2 mil toneladas em relação ao estudo passado, deve-se à evolução da safrinha no MT, PR, GO e MS. Com isso, o Brasil deve colher 61,7 milhões t do cereal, o que representa aumento de 7,4% em comparação com 2011. Em dezembro, a estimativa era de 58,9 milhões de t. A retomada é um sinal positivo para a indústria de aves e suínos, pois sinaliza uma menor pressão sobre o mercado nacional já que, no RS, a safra do grão despencou 44,8% com a seca. Contudo, o diretor-executivo da Asgav, José Eduardo do Santos, alerta que é preciso que o governo tenha controle das exportações.

Em relação ao RS, a previsão de safra é de 21,7 milhões de t. Melo acredita que a pesquisa de abril deve trazer números melhores para arroz e soja no Estado devido às chuvas registradas em fevereiro. Quanto aos números gaúchos, houve pequena variação para mais apenas nas lavouras de arroz e feijão, cuja produção passou para 7,04 milhões de t e 98,8 mil t. Na soja, a previsão é de queda de 28,9%.


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SEXTA-FEIRA, 9 DE MARÇO DE 2012
Embrapa desafia a produzir mais
Sérgio Dotto destaca potencial de ampliar área cultivada com o cereal
Crédito: vinícius roratto
Sérgio Dotto destaca potencial de ampliar área cultivada com o cereal

O Estado deve plantar mais trigo e chorar menos. O desafio foi feito pelo diretor-geral da Embrapa Trigo, Sérgio Roberto Dotto, em palestra no Fórum do Trigo na Expodireto. Segundo Dotto, o RS lançou na última safra apenas 830 mil hectares de trigo com um produtividade de 2,7 mil quilos/ha, mas pode chegar facilmente a 1,5 milhão de ha. Sérgio Dotto instigou a plateia a pensar em produzir trigo para exportação principalmente para a África. Disse que a qualidade do trigo produzida no Brasil é superior ao da Europa e da Rússia. Uma nova estratégia de desenvolvimento do setor será colocada em prática hoje. O BRDE, a Câmara Setorial do Trigo e o Sinditrigo realizam a primeira rodada internacional de negócios na Expodireto. O diretor do BRDE, José Hermeto Hoffmann, explica que esse envolvimento é uma inovação para um sistema financeiro, mas é uma estratégia de governo incentivar o setor. "Quando tem frustração no verão tem que investir no inverno, mas a preocupação é como escoar a produção. Precisamos encontrar esse caminho." Participam 11 cooperativas, quatro cerealistas, quatro moageiras e 11 países.

Fiat paralisa produção na Argentina por falta de materiais

A paralisação, a segunda da fábrica da Fiat em Córdoba nos últimos três meses, afeta cerca de 1.700 trabalhadores e pode se prolongar até a segunda-feira

  Buenos Aires - A indústria automotiva Fiat Argentina suspendeu a produção durante dois dias em sua fábrica de Córdoba por falta de materiais procedentes do Brasil e de provedores nacionais, e para adequar a linha a um novo modelo de automóvel, disseram fontes da companhia nesta sexta-feira à Agência Efe.
A paralisação, a segunda da fábrica da Fiat em Córdoba nos últimos três meses, afeta cerca de 1.700 trabalhadores e pode se prolongar até a segunda-feira.
Os materiais que forçaram a interrupção da produção são o suporte do motor, procedente do Brasil, e o revestimento do habitáculo, de provedores locais.
Os impedimentos às importações se emolduram na política de proteção à indústria nacional iniciada pelo Governo argentino, que provocou um mal-estar entre seus parceiros do Mercosul.


COMERCIO E AGRICULTURA TÊM EXPANSÃO DO MERCADO DE TRABALHO EM FEVEREIRO

Seis dos oito setores econômicos acompanhado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do trabalho contrataram mais do que demitiram em fevereiro.
A construção civil, com saldo de 27.811 empregados, e a indústria de transformação com 19.609, aparecem na seqüência dos melhores desempenho setoriais.
Os dois setores que registraram mais demissões do que contratações foram o comércio, com saldo negativo de 6.645 empregos, e a agricultura, que fechou 425 postos de trabalhos.
Entre as regiões, a que melhor apresentou desempenho foi a Sudeste com 93.266 vagas de trabalho, em seguida a Região Sul 39.522), Centro-Oeste 23.457 e Norte 3.965. A região Nordeste foi a única que registrou saldo negativo perdendo liquidamente 9.610 empregos.
Dos 21 estados, em sete houve mais demissões do que contratações. O pior resultado foi no Amazonas.
Em fevereiro, o Brasil criou 150,6 mil empregos formais.

Uso de agrotóxicos segue lógica do lucro, diz MST

O uso de agrotóxicos nas lavouras brasileiras, como forma de elevar a produtividade no campo, foi criticado pelo coordenador do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile.
De acordo com o ativista que lançou no ano passado a Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela Vida, o Brasil deveria proibir totalmente o uso desse tipo de produto. Ele acredita que a utilização dessas substâncias está ligada apenas à lógica mercadológica de aumento de lucros.



A Negociação e a Administração


O que é negociação? 
É uma competência que lida diretamente com dois públicos conflitantes: o interno (interesse dos colaboradores e as exigências das organizações) e externo (entre organizações e os clientes, fornecedores, reguladores, governo, etc.).
            A negociação é um processo que envolve objetivos, tomada de decisões, criatividade, comunicação e capacidade de administrar conflitos. Negociar é a soma de técnicas, táticas, estratégias, habilidades interpessoais, competências e atitudes.

Etapas do processo de negociação:
Imagem pessoal - linguagem verbal, postura, comportamento, etc.;
Preparação - análise e planejamento da futura negociação;
Abertura - o negociador deve criar um clima propício ao andamento da negociação;
Sondagem - tentar descobrir quais as reais necessidades, motivações, expectativas, etc. do negociador;
Apresentação - características da proposta;
Assentamento - ter certeza que a proposta foi interpretada da maneira correta;
Fechamento - finalização do acordo;
Controle - verificação dos resultados da negociação.

Fonte:

  
Os benefícios da negociação nas principais áreas da administração:

            Entender a negociação como um processo em que se pretende chegar a um acordo entre duas partes, talvez seja a fórmula ideal para compreender os sucessos e fracassos que ocorrem em sua realização, pois negociar é buscar um acordo!
            Diante de tantas mudanças que interferem no nosso dia-a-dia, alguns valores e princípios básicos como a ética e a honestidade foram consolidados ativos valiosos que produzem melhores resultados na arte de negociação a longo prazo, que somados à flexibilidade e confiança, compõem os pilares de uma negociação de sucesso.
            No processo de negociação, é importante lembrar que para obter o sim do outro lado, é fundamental ouvir o outro e entender as suas expectativas. Para isto, ajuda bastante elaborar e seguir as etapas da negociação: planejamento, preparação, apresentação da proposta, esclarecimento, troca e acordo.

Administração Financeira: O administrador financeiro poderá utilizar os conhecimentos oriundos da disciplina negociação para buscar melhores acordos financeiros, de diversos tipos, para a organização.

Administração de Materiais: Melhores resultados no processo de compra, através da realização de acordos mais profissionais com os fornecedores.

Administração Mercadológica/ Marketing: Aumento do desempenho dos canais de vendas e distribuição, melhora na qualidade das vendas. Utilização do processo de negociação para melhor entender as necessidades de compra dos clientes, qualificando as ações de marketing.

Administração da Produção: Melhor planejamento do processo produtivo, incentivado pela melhor identificação de necessidades de compra, otimizando a produção.

Administração de Recursos Humanos: Capacita o gestor de recursos humanos para melhores negociações com colaboradores, aumentando a satisfação deles, conseqüentemente, melhorando o clima organizacional. Útil também na negociação sindical e na contratação de empresas fornecedoras de serviços em recursos humanos.

Orçamento: Executivos, dirigentes, gerentes médios e colaboradores operacionais têm diferentes interesses quando se fala em orçamento, cabe ao administrador mediar bem estes diferentes interesses e aspirações. A negociação, portanto, é muito benéfica para esta área.

Organização e Métodos de Trabalho: Cabe ao profissional desta área o planejamento dos fluxos de trabalho, através da organização de melhores métodos de trabalho, buscando uma maior racionalização do trabalho. Podem-se constatar benefícios oriundos da negociação, uma vez que, o profissional desta área praticamente é o responsável pelas mudanças dos processos de trabalho das outras pessoas, tarefa que requer muito tato e habilidades de negociação.

            A vida é um constante exercício de negociação. A competência em negociar é hoje uma habilidade imprescindível em qualquer área de atuação, especialmente para os empresários e empreendedores.


Fonte:

 
As características de um bom negociador

            Todo bom negociador deve reunir um conjunto de características, atributos visíveis ou capacidades percebidas pela prática de determinados comportamentos. Quando articulados de forma integrada, eles influenciam positivamente o desempenho das pessoas em situações de negociação.
            O filho quando quer convencer o pai a lhe entregar o carro, a namorada quando quer conquistar a paciência do namorado no shopping, a irmã querendo, emprestada, a roupa da outra. Situações como essas, normalmente, não têm nada a ver com vendas, metas nem lucro, mas têm muito em comum com o que vários profissionais têm de fazer na luta diária do mercado: negociar.
           
“Negociar é um processo que mistura preparação, experiência e características adquiridas no decorrer da vida“. (Diogo Lins Nóbrega, gerente comercial do Portal Administradores e do Portal Admshop. Mestre em Administração de Empresas pela UFPB).

Saber negociar é uma característica que pode diferenciar um profissional no mercado
            Visto estarmos em um mundo globalizado e altamente competitivo, negociar aparece como uma característica e ação fundamental para o bom andamento e sobrevivência da grande maioria das organizações, seja pública, ou privada. Negociar é algo que pode ditar o sucesso ou insucesso de uma empresa.

O Negociador:
ü  É entusiasta;
ü  É um grande comunicador;
ü  É persuasivo;
ü  É muito observador;
ü  É psicólogo;
ü  É sociável;
ü  É respeitoso;
ü  É honesto;
ü  É profissional;
ü  É firme, sólido;
ü  Autoconfiante; 
ü   É ágil;
ü  É paciente;
ü   É criativo.

De que maneira a negociação influencia no crescimento profissional?

            O negociador deve ser visto como um ator imprescindível para o bom andamento do negócio. Deve ser considerado como um representante de sua organização meio ao turbulento cenário competitivo. Para isso, busca trazer melhores resultados, estreitar laços com colegas e chefes, melhorar a comunicação, etc. Portanto, a negociação é imprescindível para o crescimento da empresa e, conseqüentemente, do profissional.

Quais são as características principais de um bom negociador?

            Antes de qualquer coisa, um negociador deve ser um bom comunicador. Saber escutar as partes interessadas. Outras características primordiais são a autoconfiança e a persuasão. O negociador deve estar seguro na hora de vender a sua idéia e que não se impressione, ou simplesmente não tenha medo daquele que está do outro lado.
            O negociador deve conhecer o assunto que estão negociando e estar familiarizados com as regras que caracterizam as relações entre as partes. Também necessitam ter uma visão histórica, sistêmica e de profundidade do assunto no seu contexto.
            Deve raciocinar clara e rapidamente sob pressão e incerteza. A racionalidade permitirá entender, calcular, deduzir ou julgar algo com maior precisão e agilidade em momentos de tensão nos quais a exigüidade de tempo e recursos predomina. Devem antever os impactos e as implicações de decisões tomadas em momentos críticos.
            Os negociadores frequentemente enfrentam dilemas nas encruzilhadas de suas jornadas, e o raciocínio claro permitirá coletar e analisar os dados difusos, as pressões e contra-pressões, os interesses afetados, as ambiguidades e contradições ali existentes.
            Devem planejar, preparar e determinar um conjunto de procedimentos estruturados e antever ações individuais e/ou de equipes. A estruturação permite antecipar o posicionamento estratégico e os próximos passos táticos, bem como reavaliar cada etapa concluída, e ajudará o fortalecimento da auto-confiança dos negociadores e de suas equipes.
            Devem escutar e desenvolver um auto-controle para não deixar transparecer emoções e exercer um controle sobre si mesmos. Saber ouvir, perguntar, sondar são elementos fundamentais para identificar as demandas da outra parte. Precisam articular os aspectos verbais e não-verbais da comunicação, pois eles reafirmam ou contradizem as intenções reais.
            Essa preocupação com os aspectos emocionais da negociação estão associados ao auto-domínio, equilíbrio ou ponderação e permite aos negociadores conduzir o processo com ênfase no resultado desejado.
            Necessitam objetivar de forma persuasiva seus argumentos de maneira a ganhar a confiança da outra parte. Fazer com que outras pessoas acompanhem os caminhos preferidos pelos bons negociadores requer o fortalecimento criativo de uma forma de comunicação expressiva e convincente que projete uma imagem positiva.
           
            Ao Negociar, evite:
ü  exagero
ü  perfume marcante
ü  meias escuras e maquiagem pesada (mulheres)
ü  decotes
ü  transparências
ü  camisetas com frases ou figuras exageradas
ü  camisa de futebol
ü  sapatos sem meia
ü  sapatos barulhentos

            Os bons negociadores estão sempre bem vestidos e têm uma postura naturalmente ereta, segura e decidida, que transmite segurança e entusiasmo. Neste caso, a primeira impressão, é a que fica.

Fontes:

 NEGOCIAÇÃO CRIATIVA: SAIBA QUAIS AS VANTAGENS DE APLICÁ-LA EM SUA EMPRESA

            Você já parou para pensar quantas vezes você negocia por dia? Segundo pesquisas realizadas pela consultoria Ingouville, Nelson & Associados, em um único dia, uma pessoa negocia formalmente ou informalmente entre 10 e 30 vezes. O número pode ser maior ainda no caso dos empresários, já que eles negociam constantemente com clientes, fornecedores e funcionários.
            No meio empresarial, quem sabe negociar se destaca e sai na frente da concorrência. Um dos métodos que pode ajudar os empreendedores é a chamada negociação criativa.
            O especialista Francisco Ingouville explica que a negociação criativa é possível agregar valor, diferente do que acontece em uma negociação comum. “Na negociação criativa se estabelece uma relação de trabalho entre as partes envolvidas que permitem engrandecer as oportunidades. Na tradicional acontece o contrário. As partes competem pelo pouco valor existente”.
            Ele acrescenta que na negociação tradicional, alguém sairá perdendo, enquanto apenas um ganha. “Saber que cada ganho representa uma perda da outra parte estabelece uma relação de pouca confiança”.

            MELHOR MANEIRA DE NEGOCIAR
            A palavra-chave para que a negociação seja bem sucedida é sinergia. Ingouville acredita que existem algumas regrinhas que devem ser cumpridas no processo de negociação. A primeira é a confidencialidade, ou seja, que o empresário não use a informação que o outro lhe forneceu.
            A segunda regra é saber que nada do que é falado durante a negociação tem valor de compromisso, exceto quando alguém manifesta isso explicitamente.      Segundo o especialista, isso “fomenta a comunicação aberta”.
            Outra dica é escrever os interesses de ambas as partes. Com a lista nas mãos, realize uma reunião de brainstorming (do inglês, “tempestade cerebral” ou “tempestade de ideais”), visando conseguir a maior satisfação possível de todos os interesses.
            O consultor explica que o segredo da negociação está em entender bem o que a outra parte deseja. Além disso, é importante entender que, em cada negociação, é possível estabelecer uma relação que no futuro possa permitir melhores resultados. “Ou seja, cultivar a negociação”.
           
            TEMPO PARA NEGOCIAR
            Por fim, o especialista explica que as negociações não podem ser muito longas, porque as pessoas ficam impacientes e abandonam as boas práticas. Já nas negociações muito curtas, é muito possível que as partes não tenham tempo de estabelecer uma relação do trabalho em equipe.
                        Segundo ele, o tempo ideal para negociar é aquele que consegue “passar de posições individuais a interesses comuns e fazer um bom brainstorming”.
           
Fontes:
B.I. International- www.biinternational.com.br
Tempo Assessoria Contábil:
YouTube- www.youtube.com

Gestão Estratégica


As principais vantagens da Gestão Estratégica são:

 – Fornece uma visão sistêmica, pois aprofunda o conhecimento sobre a organização, mercado/clientes, concorrentes, parceiros e fornecedores;
 - Agiliza e fundamenta decisões, pois cria um consenso natural entre os líderes da organização sobre o que realmente é importante;
 – Estabelece uma direção única, pois alinha os esforços de todos na organização para o atendimento de objetivos comuns;
 – Melhora a capacidade de adaptação, pois facilita à reestruturação organizacional frente ás mudanças de cenários externa e de competição;
 – Melhora a alocação de recursos;
 - Reforça a motivação;
 - Melhora o controle;
 - Sistematiza ciclos de melhoria contínua da organização.



DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO
                                  

O Diagnóstico Estratégico de uma organização, também chamado por muitos autores de Análise do Ambiente, tem por objetivo mapear o maior número de variáveis que de alguma forma afetam direta ou indiretamente uma organização.
Para Ansoff e McDonnell (1993), o diagnóstico estratégico é o procedimento necessário para responder a duas perguntas:
 - Como diagnosticar os desafios ambientais futuros com os quais se
defrontará a empresa?
 - Como determinar a reação estratégica da empresa que garantirá o sucesso?
Mudanças são inevitáveis e algumas vezes inesperadas. O diagnóstico estratégico é uma ferramenta valiosíssima para prever ou adaptarem-se as mudanças ou então, no mínimo, não ser surpreendido por elas.

TIPOS DE DIAGNÓSTICO
O Diagnóstico Estratégico é construído a partir de duas visões distintas:
– a visão para fora da empresa – o diagnóstico externo e
 – a visão para dentro da empresa - o diagnóstico interno.
O Diagnóstico Estratégico Externo (DEE) (Análise do Ambiente Externo)
é a atividade mais complexa e, na maioria dos casos, a mais relevante do processo de planejamento estratégico.
O produto do DEE é a identificação das oportunidades e ameaças que uma organização tem e que será a base para que ela atinja a sua eficácia organizacional.
O DEE se divide em duas análises distintas:
 - Macro ambiente – análise dos fatores demográficos, socioculturais econômicos, dentre outros; e - Análise Setorial – análise dos concorrentes, fornecedores e clientes, dentre outros.
O Diagnóstico Estratégico Interno (Análise da Organização) é a atividade que permite que uma organização tome consciência real dos seus pontos fortes e fracos e está relacionada com a eficiência operacional.