INTRODUÇÃO
O trabalho tem como objetivo um profundo estudo
sobre o tema produtividade. Nele serão abordadas notícias atuais sobre
produtividade, que concerteza é também um dos temas mais discutidos no mercado
de trabalho atualmente.
As
reportagens que coletamos mostram que a produtividade está presente em diversos
setores, senão em todos, da economia do país e do mundo.
conceito de produtividade
A produtividade é
basicamente definida como a relação entre a produção e os fatores de produção
utilizados. A produção é definida como os bens produzidos(quantidade de
produtos produzidos). Os fatores de produção são definidos como sejam pessoas,
máquinas, materiais e outros. Quanto maior for a relação entre a quantidade
produzida por fatores utilizados maior é a produtividade.
Em economia, produtividade é a capacidade
dos fatores de produção para criar produto.É comum utilizar a expressão
"produtividade", associada à produtividade do trabalho, ou seja a
quantidade de produto que se obtêm, utilizando uma unidade de fator trabalho.
No entanto para calcular a produtividade temos de ter em conta não só o
trabalho, mas sim todos os fatores de produção.
REPORTAGENS
1. DESAFIO NACIONAL DE MÁXIMA PRODUTIVIDADE
SAFRA 2011/2012 (SOJA)
Um
desafio...para a sustentabilidade e inovação.
O
desafio é uma iniciativa do CESB (Comitê Estratégico Soja Brasil),
O
objetivo do CESB é estimular o aumento
de produtividade e rentabilidade ao setor utilizando maneiras sustentáveis para
o aumento dessa produção.
Este
desafio é voltado para os sojicultores e técnicos, que tem por objetivo
estabelecer novos patamares de produtividade e difundir as principais
tecnologias de produção de soja por todo o país.
O concurso objetiva premiar o sojicultor de maior
produtividade do país e levar para os concorrentes as técnicas utilizadas em
sua safra, bem como, participar de viagens internacionais para conhecer
técnicas de concorrentes no exterior. “Qualquer produtor pode participar, bem
como, seu consultor, seu agente técnico e de qualquer lugar do Brasil.
Centenas
de laboratórios espalhados por todo o país que estarão desafiando as
tecnologias e patamares atuais de produtividade.
As
inscrições se encerraram e o desafio foi lançado: aumentar a produtividade para
colher a cima de 90 sacas por hectare de soja. Para alcançar esta meta, os
participantes do 3º Desafio Nacional de Máxima Produtividade 2011/2012, ,
deverão se empenhar em desenvolver ou utilizar as mais diversas técnicas e
tecnologias.
Com
mais de 1,314 mil áreas inscritas, de mais de 13 estados brasileiros, o desafio
busca, segundo o presidente do Cesb, Orlando Martins, apresentar maneiras
simples e eficientes para conseguir tecnologias novas e, que aplicadas ao
campo, dêem resultado direto. “Até este ano, a descoberta mais produtiva foi o
plantio cruzado, ganhadora das duas edições anteriores do evento”, revela.
2. Produtividade menor de soja em MT
Fonte:
http://www.aprosoja.com.br/novosite/noticiav.php?noticia=13967,
01 de março 2012
Em Mato Grosso, maior Estado produtor
de soja do país, a produtividade será mesmo menor em 2011/12 que no ciclo
passado. O fungo da ferrugem, o excesso de chuvas e a pouca luminosidade vão
frear a produtividade em até 8 sacas por hectare. O superintendente do Imea,
Otávio Celidonio, diz que as plantas de ciclos médio e curto são as mais
prejudicadas. "A produtividade está menor e deve cair mais em relação ao ciclo
passado, que foi de 3,2 mil quilos por hectare no Estado. Este ano deve ficar em cerca de 3 mil".
O presidente da
associação dos produtores de soja no Mato Grosso (Aprosoja), Carlos Fávaro,
confirmou que a produtividade da safra de soja no Estado será menor que o
esperado. "A produtividade não está sendo a esperada. A planta é bonita, mas
tem falta de grãos e grãos leves, por falta de luminosidade e por causa da
ferrugem", descreve.
As regiões oeste e sul estão melhores, de acordo com Fávaro. As regiões médio norte, norte e leste, que incluem as cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Querência, que correspondem a 50% da área.
As regiões oeste e sul estão melhores, de acordo com Fávaro. As regiões médio norte, norte e leste, que incluem as cidades de Sinop, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Querência, que correspondem a 50% da área.
3. Aumento da produtividade e das
exportações de alimentos impulsionou PIB
Fonte: A Razão, 7 de março
de 2012
O
desempenho da agropecuária brasileira,
que cresceu 3,9% e foi o principal impulsionador da economia do país em 2011,
foi puxado pelo aumento de produtividade e pela elevação das exportações de alimentos,
principalmente para a China. A avaliação é do vice-presidente da Sociedade Nacional de
Agricultura (SNA),
Joel Naegele.
Para ele, os dados confirmam que o setor está em expansão e não foi afetado pela crise européia, como ocorreu com a indústria.
De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (6/3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado da agropecuária foi influenciado pelo aumento da produção de algodão, fumo, arroz, soja e mandioca, apesar das quedas nos plantios de cana-de-açúcar, café e trigo.
“A maior necessidade do mundo por alimentos, principalmente no caso da China, que continua comprando, impulsiona o setor porque poucos países do mundo têm a capacidade de produção de alimentos como o Brasil. Com a indústria aconteceu o inverso. Com a supervalorização do real, as exportações diminuíram muito. As pessoas não deixam de comer, mas podem deixar de comprar uma roupa ou um brinquedo”, explicou o vice-presidente.
Naegele também citou os avanços tecnológicos, graças, principalmente, a estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que permitem aumentar a produtividade no campo. “Cada vez o produtor precisa de menos terra para produzir graças aos avanços tecnológicos, à descoberta de sementes, por exemplo. O Brasil está aumentando a produção sem precisar aumentar a área”, acrescentou.
Para ele, os dados confirmam que o setor está em expansão e não foi afetado pela crise européia, como ocorreu com a indústria.
De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (6/3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado da agropecuária foi influenciado pelo aumento da produção de algodão, fumo, arroz, soja e mandioca, apesar das quedas nos plantios de cana-de-açúcar, café e trigo.
“A maior necessidade do mundo por alimentos, principalmente no caso da China, que continua comprando, impulsiona o setor porque poucos países do mundo têm a capacidade de produção de alimentos como o Brasil. Com a indústria aconteceu o inverso. Com a supervalorização do real, as exportações diminuíram muito. As pessoas não deixam de comer, mas podem deixar de comprar uma roupa ou um brinquedo”, explicou o vice-presidente.
Naegele também citou os avanços tecnológicos, graças, principalmente, a estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que permitem aumentar a produtividade no campo. “Cada vez o produtor precisa de menos terra para produzir graças aos avanços tecnológicos, à descoberta de sementes, por exemplo. O Brasil está aumentando a produção sem precisar aumentar a área”, acrescentou.
- Indústria fraca retém PIB em 2,7% em 2011
Fonte:
Correio do Povo, 7 de março de 2012
Brasília
- A economia brasileira registrou crescimento de 2,7% em 2011, divulgou ontem o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, a
soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 4,143 trilhões, e o PIB
per capita (Produto Interno Bruto dividido pela população residente no país)
ficou em R$ 21.252. Em 2010, o avanço fora de 7,5%.
Por setores, a agropecuária liderou o crescimento no ano, com alta de 3,9%, seguida por serviços (2,7%). A indústria avançou apenas 1,6%. O IBGE atribui o crescimento da agropecuária ao aumento da produção de diferentes culturas e aos ganhos de produtividade. "Na agricultura, quando você vê aumento da produção, com diminuição da área plantada, existe um aumento da produtividade", disse Roberto Luís Olinto Ramos, coordenador de Contas Nacionais do IBGE.
Na análise da demanda, a despesa de consumo das famílias cresceu 4,1% - oitavo ano seguido de alta, mas é o pior resultado desde 2004, quando ficara em 3,8%. Em 2010, o indicador apontara alta de 6,9%. A despesa de consumo da administração pública subiu 1,9%, e a formação bruta de capital fixo teve expansão de 4,7%. Ramos mostrou preocupação com a redução do gasto das famílias ao longo de 2011.
De acordo com ele, "a demanda interna é o sustentáculo das taxas de crescimento há alguns anos". Ele apontou os juros, a inflação e a crise mundial como os principais fatores que influenciam a queda do consumo das famílias. "Como o consumo das famílias representa 60% do PIB, isso é um fator que tem que ser olhado com cuidado", concluiu.
Por setores, a agropecuária liderou o crescimento no ano, com alta de 3,9%, seguida por serviços (2,7%). A indústria avançou apenas 1,6%. O IBGE atribui o crescimento da agropecuária ao aumento da produção de diferentes culturas e aos ganhos de produtividade. "Na agricultura, quando você vê aumento da produção, com diminuição da área plantada, existe um aumento da produtividade", disse Roberto Luís Olinto Ramos, coordenador de Contas Nacionais do IBGE.
Na análise da demanda, a despesa de consumo das famílias cresceu 4,1% - oitavo ano seguido de alta, mas é o pior resultado desde 2004, quando ficara em 3,8%. Em 2010, o indicador apontara alta de 6,9%. A despesa de consumo da administração pública subiu 1,9%, e a formação bruta de capital fixo teve expansão de 4,7%. Ramos mostrou preocupação com a redução do gasto das famílias ao longo de 2011.
De acordo com ele, "a demanda interna é o sustentáculo das taxas de crescimento há alguns anos". Ele apontou os juros, a inflação e a crise mundial como os principais fatores que influenciam a queda do consumo das famílias. "Como o consumo das famílias representa 60% do PIB, isso é um fator que tem que ser olhado com cuidado", concluiu.
- Fiat paralisa produção na Argentina por falta de materiais
Fonte:
Revista Exame, 9 de março de 2012
Buenos
Aires - A indústria automotiva Fiat
Argentina suspendeu a produção durante dois dias em sua fábrica de Córdoba por
falta de materiais procedentes do Brasil e de provedores nacionais, e para
adequar a linha a um novo modelo de automóvel, disseram fontes da companhia
nesta sexta-feira à Agência Efe.
A
paralisação, a segunda da fábrica da Fiat em Córdoba nos últimos três meses,
afeta cerca de 1.700 trabalhadores e pode se prolongar até a segunda-feira.
Os
materiais que forçaram a interrupção da produção são o suporte do motor,
procedente do Brasil, e o revestimento do habitáculo, de provedores locais.
A empresa
esclareceu que 'esta falta de nenhuma maneira está vinculada à aplicação das
DJAI (Declaração Jurada de Antecipação de Importação)', em alusão às restrições
às importações impostas pelo Governo de Cristina Kirchner.
Em
janeiro, o Governo criticou com dureza a empresa automotiva italiana que parou
sua produção por falta de peças e a ministra da área, Débora Giorgi, chegou a
classificar a decisão da empresa como 'mesquinha'.
Naquela
ocasião, a Fiat admitiu que a paralisação aconteceu por causa da falta de
insumos e das 'demoras geradas pela mudança de regime para a tramitação de
licenças de importação sem exceção'.
Os
impedimentos às importações se emolduram na política de proteção à indústria
nacional iniciada pelo Governo argentino, que provocou um mal-estar entre seus
parceiros do Mercosul.
A empresa
automotiva italiana fabricou na Argentina no ano passado mais de 110 mil
automóveis, das marcas Palio e Siena, e cerca de 6 mil caminhões Iveco.
- Conab sinaliza nova retomada do milho
Fonte: Jornal Correio do Povo, 9
de março de 2012
Aumento da produção do
Brasil Central deve ajudar a abastecer indústria
|
No
Rio Grande do Sul, lavoura do cereal segue com previsão de quebra de 44,8%
|
O
sexto levantamento divulgado ontem pela Conab indicou leve recuperação na
produção nacional de milho, frente ao estudo de fevereiro. Segundo o
superintendente da Conab/RS, Glauto Melo, a alta de 872,2 mil toneladas em
relação ao estudo passado, deve-se à evolução da safrinha no MT, PR, GO e MS.
Com isso, o Brasil deve colher 61,7 milhões t do cereal, o que representa
aumento de 7,4% em comparação com 2011. Em dezembro, a estimativa era de 58,9
milhões de t. A retomada é um sinal positivo para a indústria de aves e suínos,
pois sinaliza uma menor pressão sobre o mercado nacional já que, no RS, a safra
do grão despencou 44,8% com a seca.
Em
relação ao RS, a previsão de safra é de 21,7 milhões de t. Melo acredita que a
pesquisa de abril deve trazer números melhores para arroz e soja no Estado
devido às chuvas registradas em fevereiro. Quanto aos números gaúchos, houve
pequena variação para mais apenas nas lavouras de arroz e feijão, cuja produção
passou para 7,04 milhões de t e 98,8 mil t. Na soja, a previsão é de queda de
28,9%.
- Embrapa desafia a produzir mais
Fonte:
Jornal Correio do Povo, 9 de março de 2012
O Estado deve plantar mais trigo e chorar menos. O
desafio foi feito pelo diretor-geral da Embrapa Trigo, Sérgio Roberto Dotto, em
palestra no Fórum do Trigo na Expodireto. Segundo Dotto, o RS lançou na última
safra apenas 830 mil hectares de trigo com um produtividade de 2,7 mil
quilos/ha, mas pode chegar facilmente a 1,5 milhão de ha. Sérgio Dotto instigou
a plateia a pensar em produzir trigo para exportação principalmente para a
África. Disse que a qualidade do trigo produzida no Brasil é superior ao da
Europa e da Rússia. Uma nova estratégia de desenvolvimento do setor será
colocada em prática hoje.
O BRDE, a
Câmara Setorial do Trigo e o Sinditrigo realizam a primeira rodada
internacional de negócios na Expodireto. O diretor do BRDE, José Hermeto
Hoffmann, explica que esse envolvimento é uma inovação para um sistema
financeiro, mas é uma estratégia de governo incentivar o setor. "Quando
tem frustração no verão tem que investir no inverno, mas a preocupação é como
escoar a produção. Precisamos encontrar esse caminho." Participam 11
cooperativas, quatro cerealistas, quatro moageiras e 11 países.
- Gerdau ampliará produção nos EUA
Fonte:
Jornal Correio do Povo, 9 de março de 2012
Rio
- O presidente do Conselho de Administração do grupo Gerdau, Jorge Gerdau
Johannpeter, disse ontem que a empresa está ampliando em 25% sua capacidade de
produção de aços especiais nos Estados Unidos.
Segundo ele, a retomada da atividade econômica no país tem elevado a demanda por esse tipo de produto, principalmente por parte da indústria automotiva. Gerdau, no entanto, não detalhou qual o período para que essa ampliação seja concluída.
O empresário disse ainda que algumas das unidades estão operando no limite da capacidade. "Temos usinas nos EUA, principalmente no segmento de automóveis, em que estamos trabalhando a 100% da capacidade."
Segundo ele, a retomada da atividade econômica no país tem elevado a demanda por esse tipo de produto, principalmente por parte da indústria automotiva. Gerdau, no entanto, não detalhou qual o período para que essa ampliação seja concluída.
O empresário disse ainda que algumas das unidades estão operando no limite da capacidade. "Temos usinas nos EUA, principalmente no segmento de automóveis, em que estamos trabalhando a 100% da capacidade."
- Estímulo para a safrinha de feijão
Fonte:
Jornal Correio do Povo, 11 de março de 2012
Com
praticamente toda a área colhida no Estado, a 1 safra de feijão apresenta
redução de 8,9% na produtividade devido à seca. Como os agricultores não
conseguiram obter os mesmos 1.111 kg/ha do ano passado, a quebra na produção
será de 25,25%. No ciclo 2010/2011, foram colhidas 93 mil t. A estimativa
inicial da Emater já indicava colheita menor, de 81,6 mil t, mas a diferença
aumentou no último levantamento, que apontou safra de 69,5 mil t. Os números
seriam piores não fosse o bom desempenho da Serra e dos Campos de Cima da
Serra. Detentoras de 20% da produção do RS, as regiões ampliaram a produção em
52,6%.
Segundo o presidente da Aprofeijão, Tarcísio Cereta, com a saca sendo vendida a R$ 86,64 esta semana - 18,2% a mais que no mesmo período de 2011, o produtor investiu na safrinha para recuperar o prejuízo. "Só não se plantou mais porque não tinha semente de qualidade no mercado." Ele estima área de até 30 mil ha a ser colhida em abril.
Segundo o presidente da Aprofeijão, Tarcísio Cereta, com a saca sendo vendida a R$ 86,64 esta semana - 18,2% a mais que no mesmo período de 2011, o produtor investiu na safrinha para recuperar o prejuízo. "Só não se plantou mais porque não tinha semente de qualidade no mercado." Ele estima área de até 30 mil ha a ser colhida em abril.
- Brasil é a nova potência
Fonte: Jornal
Correio do Povo, 11 de março de 2012
Ficou para trás o tempo em que os produtos
industrializados do Brasil eram vistos com desconfiança pelos importadores.
Jairo Hurtado Alzate viajou 4,5 mil quilômetros da Colômbia para buscar
negócios na Expodireto pelo segundo ano. Ele já compra peças para tratores
fabricadas no Brasil, mas de intermediários. "Quero negociar diretamente
com a indústria nacional. Já falei com seis empresas." Alzate atesta que,
de cinco anos para cá, a influência brasileira na produção agropecuária
colombiana cresceu sensivelmente por meio do fornecimento de insumos e
máquinas.
Outro que
viajou milhares de quilômetros em busca de boas oportunidades foi o russo
Alexander Bushmin, do Median Legal Bureau (foto). O trabalho do executivo é
fazer intermediação entre importadores e exportadores de Rússia e Brasil.
"Temos especial interesse em tratores, plantadeiras e sistema de
irrigação", disse Bushmin.
- Esteio projeta crescimento
Fonte:
Jornal Correio do Povo, 11 de março de 2012
Para
o prefeito de Esteio, Gilmar Rinaldi, a Rodovia do Parque permitirá que a
cidade cresça em área ocupada. O ponto de partida é um terreno de 600 hectares,
atualmente sem utilidade, que abrigará um loteamento industrial. Ele inclusive
comemora a atração de empresas, que já deverão começar a se instalar na área em
2013. "Será um marco para a cidade, com investimentos que vão aumentar a
capacidade produtiva, gerar mais empregos e trazer desenvolvimento."
- Ganho maximizado
Fonte: Jornal Correio do Povo, 11 de março de 2012
Edgar Bullmann era um teimoso. Não confiava em
nenhum técnico agrícola que chegava à sua propriedade, localizada no município
de Santa Rosa, na região Noroeste. De tanto insistir, finalmente o veterinário
da Cooperativa Mista São Luiz (Coopermil) começou a ganhar a sua simpatia e foi
dessa forma que o então produtor de soja enveredou sobre a área da gestão da
propriedade e aderiu com força total à produção de leite. A sua mulher, Rosane,
era a que mais fazia força para que, enfim, Bullmann escutasse os técnicos.
A oportunidade foi dada por um projeto da Cooperativa Central Gaúcha de Leite (CCGL), em 150 propriedades no Estado, cujo foco era aumentar a produção e produtividade das vacas sem impactar nos custos. Como lembra o gerente de suprimento de leite da cooperativa, Jair da Silva Mello, a proposta não significa redução de desembolso, mas de custo por litro de leite. "O nosso objetivo era o de aumentar a renda do produtor por meio de melhor manejo e nutrição." Depois de dois anos, o custo médio dos produtores fica entre R$ 0,40 e R$ 0,45 e a produtividade por vaca atinge entre 25 e 30 litros por dia. Para este ano, o objetivo é dobrar o número de propriedades atendidas.
Resumindo a ópera, Bullmann, que antes tinha a produção de soja como a principal atividade e a de leite como marginal, com média de 14 litros por vaca/dia, atualmente foca toda a sua atuação no líquido branco. Hoje, ele trabalha com 27 vacas em lactação e uma captação média de 27 litros/animal. Para igualar a renda que tem com o leite em 19,5 hectares, precisaria produzir 100 sacas de soja por hectare, o que ciência nenhuma no mundo ainda conseguiu.
Resultados semelhantes teve o casal Milton e Rose Soschinski, do município de Catuípe, que, ao contrário de Bullmann, desde o início estava atento ao que traziam os técnicos em extensão rural. Eles começaram a produzir leite do zero, em 2008, e entraram no projeto em 2010.
Em menos de dois anos, conseguiram ter a produção elevada de 16 litros/vaca/dia para 25 litros/vaca/dia. E, o melhor, com custo de R$ 0,40 por litro. Como resultado, em 20 hectares, o casal consegue ter renda superior à que seria obtida se apostassem no cultivo de soja em 50 hectares.
A oportunidade foi dada por um projeto da Cooperativa Central Gaúcha de Leite (CCGL), em 150 propriedades no Estado, cujo foco era aumentar a produção e produtividade das vacas sem impactar nos custos. Como lembra o gerente de suprimento de leite da cooperativa, Jair da Silva Mello, a proposta não significa redução de desembolso, mas de custo por litro de leite. "O nosso objetivo era o de aumentar a renda do produtor por meio de melhor manejo e nutrição." Depois de dois anos, o custo médio dos produtores fica entre R$ 0,40 e R$ 0,45 e a produtividade por vaca atinge entre 25 e 30 litros por dia. Para este ano, o objetivo é dobrar o número de propriedades atendidas.
Resumindo a ópera, Bullmann, que antes tinha a produção de soja como a principal atividade e a de leite como marginal, com média de 14 litros por vaca/dia, atualmente foca toda a sua atuação no líquido branco. Hoje, ele trabalha com 27 vacas em lactação e uma captação média de 27 litros/animal. Para igualar a renda que tem com o leite em 19,5 hectares, precisaria produzir 100 sacas de soja por hectare, o que ciência nenhuma no mundo ainda conseguiu.
Resultados semelhantes teve o casal Milton e Rose Soschinski, do município de Catuípe, que, ao contrário de Bullmann, desde o início estava atento ao que traziam os técnicos em extensão rural. Eles começaram a produzir leite do zero, em 2008, e entraram no projeto em 2010.
Em menos de dois anos, conseguiram ter a produção elevada de 16 litros/vaca/dia para 25 litros/vaca/dia. E, o melhor, com custo de R$ 0,40 por litro. Como resultado, em 20 hectares, o casal consegue ter renda superior à que seria obtida se apostassem no cultivo de soja em 50 hectares.
- Indústria gaúcha inicia o ano em queda
Fonte: Site do DCI (Diário Comércio
Indústria&Serviços), 13 de março de 2012
Recuo
foi influenciado principalmente pelas quedas na massa salarial e nas horas
trabalhadas na produção...
PORTO
ALEGRE - A atividade industrial gaúcha iniciou o ano com queda de 2,1%. O
resultado de janeiro, em comparação com dezembro, sem os efeitos sazonais,
mostra a manutenção do ciclo de baixo dinamismo que caracteriza o desempenho do
setor desde 2010.
“A
indústria segue inserida em uma conjuntura econômica pouco favorável devido aos
efeitos combinados da crise mundial, do crédito restritivo e do acúmulo de
estoques, que adiam a retomada da produção”, afirmou o presidente da Federação
das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, na
última segunda-feira (12), ao avaliar o Índice de Desempenho Industrial
(IDI-RS).
O
resultado foi influenciado principalmente pelos recuos na massa salarial (-6%)
e nas horas trabalhadas na produção (-2,9), além da estagnação do Emprego (0%).
Ao mesmo tempo, o faturamento e as compras de matérias-primas tiveram atuações
tímidas, com crescimentos de 0,2% e 0,5%, respectivamente.
“A
atividade deve ser retomada gradualmenteFIERGS à medida que o excesso de
estoques seja eliminado e a redução dos juros e das ações de estímulo ao
consumo comecem a impactar na demanda doméstica. No entanto, os problemas
estruturais que determinam o alto custo de produção e o real valorizado
continuarão dificultando uma recuperação mais expressiva da indústria gaúcha no
curto prazo”, avaliou Müller.
Na
comparação anual, o cenário não é muito diferente. Em janeiro, com relação a
igual mês do ano anterior, o avanço do Índice de Desempenho Industrial (IDI-RS)
foi modesto: 0,5%. Dos 16 setores industriais pesquisados, oito apresentaram
expansão, com destaque para Máquinas e Equipamentos (11,1%), Veículos
Automotores (6%) e Móveis (10,9%). Já as quedas mais expressivas vieram de
Couro e Calçados (-6,2%) e Químicos e Refino de Petróleo (-5,4%). A Utilização
da Capacidade Instalada ficou estável em janeiro (0,2%), após sete quedas
seguidas, e atingiu o grau médio de 80,8%.
- Comércio e agricultura tem expansão do mercado de trabalho em fevereiro
Fonte:
Jornal A razão, 17 e 18 de março de 2012
Seis dois oito setores econômicos
acompanhados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do
Ministério do Trabalho contrataram mais do que demitiram em fevereiro.
O setor de serviços foi o que
apresentou o melhor desempenho no mês, com a geração líquida de 93.170 postos
de trabalho. A construção civil, com saldo de 27.811 empregos, e a indústria de
transformação, com 19.609, aparecem na sequência dos melhores desempenhos
setoriais.
Já a indústria de transformação,
apesar de ter apresentado o terceiro melhor resultado para o mês entre os oito
setores pesquisados, mostra um dinamismo menor que o do ano passado.
Os dois setores que registraram
mais demissões do que contratações foram o comércio, com saldo negativo de
6.645 empregos, e a agricultura, que fechou 425 postos de trabalho.
Entre as regiões, a que
apresentou melhor desempenho foi a Sudeste, que expandiu o mercado de trabalho
em 93.266 vagas; seguida das regiões Sul (39.522), Centro-Oeste (23.457) e
Norte (3.965). A Região Nordeste foi a única que registrou saldo negativo em fevereiro,
perdendo liquidamente 9.610 empregos. Segundo técnicos do Ministério do
Trabalho, o mau desempenho se deve à sazonalidade das atividades do setor
sucroalcooleiro.
Entre os estados, São Paulo
apresentou o melhor saldo, com 55.754 postos de trabalho abertos, seguido de
Minas Gerais (21.031) e Rio de Janeiro (16.071). Dos 21 estados, em sete houve
mais demissões do que contratações. O pior resultado líquido foi o do Amazonas,
com 472 empregos perdidos. Segundo o ministério, consequência do fechamento de
vagas nas indústrias de material de transporte e de produtos elétricos e de
comunicações.
Em fevereiro, o Brasil criou 150,6 mil empregos
formais. No acumulado do ano (janeiro e fevereiro), foram abertas 293.987
vagas. Segundo o ministério, “o resultado dá continuidade à trajetória de
expansão do emprego, embora assinale redução no ritmo de crescimento quando
comparado com os saldos dos mesmos meses dos dois anos anteriores.” Apesar da
expansão do mercado de trabalho, foi o pior mês de fevereiro dos últimos três
anos.
15. Produtor
aposta no mel rastreado
Fonte:
Jornal Correio do Povo, 18 de março de 2012
Antecipando-se
às exigências futuras, o setor apícola começa a investir em rastreabilidade. O
projeto piloto para mapear as colmeias tem partida em uma área de florestas
plantadas em Pelotas, em parceria com uma organização não governamental e com o
Banco do Brasil, por meio do Desenvolvimento Sustentável Rural, uma estratégia
que busca impulsionar o desenvolvimento sustentável no país. Ao realizar a
leitura do código de barras afixado nas colmeias, será possível saber a idade
da rainha, a produção e produtividade da colmeia, assim como o seu sistema de
manejo. Segundo o presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e
Produtos Apícolas, José Gumercindo Cunha, por enquanto, trata-se de uma
estratégia de antecipação ao que o mercado externo poderá exigir no futuro.
"Não podemos ficar de braços cruzados. Agora, isso somente irá se expandir
quando realmente a demanda aparecer", explica Cunha.
A rastreabilidade faz parte do Programa Nacional de Georreferenciamento do Mel, adiantado em estados como Pará, Bahia e Rio de Janeiro. Outras iniciativas privadas neste sentido estão sendo adotadas isoladamente por produtores que fornecem a empresas exportadoras. Caso de Irineu Santos de Castilhos, um dos fundadores da Associação Cambaraense de Apicultores. Com 18 apiários e produção próxima de 12 toneladas por safra, o apicultor adotou o rastreamento dos apiários em 2010, uma exigência da Minamel, empresa de Içara (SC) para a qual ele fornece. Para ele, a rastreabilidade deixou de ser um fator de agregação de valor, tornou-se requisito de parte das empresas que atendem ao mercado externo. Já o mel orgânico, esse sim, garante renda até 40% superior, mas, para isso, os apiários têm de respeitar regras, localizarem-se em florestas, longe de lavouras onde são usados agrotóxicos ou rodovias. "Eu aposto na rastreabilidade como uma garantia de mercado, isso eleva a credibilidade."
A rastreabilidade faz parte do Programa Nacional de Georreferenciamento do Mel, adiantado em estados como Pará, Bahia e Rio de Janeiro. Outras iniciativas privadas neste sentido estão sendo adotadas isoladamente por produtores que fornecem a empresas exportadoras. Caso de Irineu Santos de Castilhos, um dos fundadores da Associação Cambaraense de Apicultores. Com 18 apiários e produção próxima de 12 toneladas por safra, o apicultor adotou o rastreamento dos apiários em 2010, uma exigência da Minamel, empresa de Içara (SC) para a qual ele fornece. Para ele, a rastreabilidade deixou de ser um fator de agregação de valor, tornou-se requisito de parte das empresas que atendem ao mercado externo. Já o mel orgânico, esse sim, garante renda até 40% superior, mas, para isso, os apiários têm de respeitar regras, localizarem-se em florestas, longe de lavouras onde são usados agrotóxicos ou rodovias. "Eu aposto na rastreabilidade como uma garantia de mercado, isso eleva a credibilidade."
16. Medicamentos que têm preço controlado vão ficar mais baratos
Fonte:
Site do Jornal Nacional, 20 de março de 2012
No Brasil, muitos
medicamentos que têm o preço controlado vão ficar mais baratos no fim deste
mês. A repórter Graziela Azevedo explica por quê.
Tem gente que acha difícil
acreditar. Já foi publicado no Diário Oficial e, pela primeira vez desde 2004,
quase metade dos remédios na praça não deverá ter aumento ou ficará mais
baratos este ano. Isso foi possível graças a um conjunto de motivos.
A produtividade da indústria farmacêutica, na média, quase triplicou, o que significa que vários fabricantes estão produzindo mais, gastando menos. O governo acredita que muitos podem vender mais barato porque estão faturando mais.
A produtividade da indústria farmacêutica, na média, quase triplicou, o que significa que vários fabricantes estão produzindo mais, gastando menos. O governo acredita que muitos podem vender mais barato porque estão faturando mais.
O Ministério da Saúde
está comprando muito, quase R$ 8 bilhões por ano em remédios, mais que o dobro
que oito anos atrás. Além disso, há a concorrência maior com a multiplicação
dos medicamentos genéricos.
Feitas as contas, o
governo determina reajustes diferentes. Por exemplo, os chamados medicamentos
de nível 1, como aqueles para gastrite e alguns antibióticos, poderão subir no
máximo 5,85%. Os de nível 2, como anestésicos e antipsicóticos, até 2,8% E os
de nível 3, como os que tratam do déficit de atenção e psoríase, podem ficar
0,25% mais baratos.
“Nós acreditamos que os
preços dos remédios vão aumentar esse ano, no máximo, a mesma coisa que
aumentaram em 2011. Então, o consumidor sai ganhando”, avalia o economista
Francisco Pessoa.
A autorização de
reajuste que pode deixar alguns medicamentos um pouco mais caros e outros até
mais baratos vale a partir de 31 de março. Normalmente, as farmácias demoram de
dois a três meses para irem reajustando as suas tabelas. É o tempo que o
consumidor terá para saber, na prática, o que aconteceu com o preço do seu
remédio e procurar as melhores opções e descontos. A boa e velha pesquisa
continua valendo.
A Interfarma, que reúne
as empresas responsáveis por mais da metade do mercado brasileiro, informou que
está pedindo a mudança do atual sistema de reajuste.
A Câmara de Regulação
do Mercado de Medicamentos, ligada ao Governo Federal, defende o sistema e
lembra que autoriza reajustes menores para produtos que estão sob o monopólio
de empresas.
17. Principais escolhas para aumentar a
produtividade no trabalho
Fonte:
http://noticias.bol.uol.com.br,
30 de março de 2012
Para
uma carreira de sucesso, os profissionais precisam aprender a tomar decisões da
forma mais assertiva possível, manter a concentração e se assegurarem de ter energia
suficiente para o desenvolvimento das tarefas.
No
caso das decisões, o problema é mais complexo do que se imagina. Tomar uma
decisão é optar por seguir esse ou aquele caminho, baseado em uma infinidade de
variáveis. Gerir corretamente a atenção é conseguir se concentrar independente
das milhares formas de interrupções que enfrentamos diariamente.
Em
relação à energia, é preciso saber que o trabalho mental gera um cansaço que
dura muito mais do que o esforço físico e que é muito mais complicado recarregar
essa energia. Ainda, o modelo mais comum de trabalho dos dias atuais, no qual a
maioria dos profissionais passa horas do dia sentada, produz um sério problema,
que é o sedentarismo e que afeta muito a capacidade cognitiva do profissional.
Nesse
contexto, em que os profissionais precisam tomar decisões, lutar contra
distúrbios de atenção e manter a energia, a empresa global de treinamento e
eficácia, Franklin Covey, elaborou um workshop chamado “As 5 escolhas para uma
produtividade extraordinária”. Nesse treinamento são pontuados cinco elementos
que os profissionais devem observar para serem mais produtivos. Confira:
1. Agir sobre o importante - o diretor de conteúdo da Franklin Covey, Luciano Meira,
explica que um dos principais pontos na busca da máxima produtividade é saber
agir sobre as atividades importantes, que não são necessariamente as mais
urgentes.
Para
isso, o profissional precisa criar um senso de prioridade, identificando quais
as ações resultarão em algo mais produtivo e focar nelas. As demandas que
aparentemente são urgentes normalmente atrapalham os profissionais nesse
processo. Um exemplo disso é a enxurrada de e-mails e telefonemas que recebemos
a todo momento.
Na
prática, o profissional deve ter cuidado para não se deixar distrair por esse
tipo de interferência, deixando o que é realmente importante de lado. Uma das
atividades importantes para os líderes, por exemplo, é desenvolver os membros
de sua equipe, porém, por darem muito atenção às demandas do dia, acabam
deixando essa tarefa de lado.
Ficar
postergando o desenvolvimento da sua equipe para responder as demandas da área
é deixar o importante de lado. Isso porque, se ele focasse no desenvolvimento
da equipe, teria um time mais produtivo e, possivelmente, menos demandas para
resolver.
2. Busque o extraordinário - a segunda atitude do profissional produtivo é buscar
o extraordinário e não se conformar com o comum. Para isso, porém, é preciso,
antes de mais nada, definir o que é extraordinário. Ou seja, qual o objetivo
maior de sua carreira.
Quando
o profissional tem definidos claramente metas e objetivos e não se conforma com
uma carreira comum, se torna mais fácil manter o senso de prioridade. Isso,
inclusive, o ajuda a dizer alguns “nãos”, o que será muito importante para sua
carreira.
Lembre-se
de que a maneira mais certa de fracassar é querer agradas a todos. “Ele tem que
saber o que quer”, diz Meira.
3. Programe os grandes objetivos - sem um planejamento diário e semanal, os profissionais
acabam se perdendo nas tarefas pequenas do dia a dia. É importante, portanto,
ter um planejamento para que você não perca o foco daquilo que é prioritário.
Esse
planejamento não é apenas das tarefas que você precisa fazer durante a semana,
mas, sim, um plano de atividades no qual você coloca um item fundamental, que é
como fazer melhor o seu trabalho. Ou seja, vai muito além de uma simples
listinha com as demandas que precisa entregar. É um plano muito maior, que
considera atividades que o levarão a fazer algo excepcional.
4. Usar a tecnologia a seu favor - e não ser controlado por ela - a tecnologia está aí.
Tablets, smatphones e desktops cheios de recursos e aplicativos que, se não
forem bem aproveitados, só farão com que você drene seu tempo e sua energia com
coisas desnecessárias.
“A
tecnologia tem que ser uma aliada. Vemos muitos profissionais usando
aplicativos de maneira indiscriminada”, diz Meira. Conhecendo mais
profundamente os recursos, o profissional consegue com que eles facilitem muito
seu dia. No e-mail, por exemplo, é possível criar regras para evitar receber
spams e mesmo para que e-mails importantes sejam realçados. A questão é saber
utilizar esses recursos.
Saber
se organizar com tanta tecnologia também ajuda. Segundo Meire, pesquisas já
apontam que executivos perdem boa parte do seu tempo procurando onde
registraram importantes informações.
5. Alimentar a sua chama anterior - por fim, não podemos esquecer de um item fundamental: a
saúde. Para fazer escolhas produtivas e tomar decisões assertivas, o
profissional precisa ter energia, saúde e disposição.
Se
na era industrial quanto mais horas trabalhadas, melhor, na era do
conhecimento, as coisas não são mais assim. Aqui, o que importa é a qualidade
das escolhas que você toma. Para ser o mais direto e assertivo é preciso saber
se recarregar, estar descansado e ter uma vida saudável. Para isso, deve se
buscar uma boa noite de sono, entrar em contato com amigos e fazer exercícios.
De novo, o sedentarismo interfere fortemente na capacidade cognitiva dos
profissionais.
18. 10 erros que matam a produtividade
Fonte: Site da Revista Exame
Atitudes simples podem resolver os problemas fazendo o trabalho render mais
Apesar do planejamento bem
feito e das muitas horas de trabalho diário, o tempo nunca parece ser
suficiente para muita gente. O consultor Christian Barbosa, especialista em
administração de tempo, lista abaixo os 10 "ladrões de produtividade"
e dá dicas de como lidar com eles:
1 - E-mail - Ficar com e-mail aberto o dia todo faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. O consultor recomenda definir períodos para lidar com as mensagens, deixando a caixa de entrada fechada no restante do tempo.
2 - Não ter clareza sobre o que fazer - O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito em um dia de trabalho? Segundo Barbosa, se você não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.
3 - "Estou em reunião" - Uma pesquisa feita pela empresa da qual Christian Barbosa é diretor, a Triad Consulting, demonstra que um terço das reuniões podem ser canceladas. O consultor recomenda: "dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas".
4 - Redes Sociais - No ambiente de trabalho você usa Twitter, Facebook, Orkut? Ainda que sua empresa permita, controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes enquanto desenvolve suas atividades. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço.
5 - Falta de energia - Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de energia rouba muitas horas do dia e faz a pessoa surfar em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico e alimente-se em horários regulares.
6 - Falta de foco - Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, tente dividi-la em pequenas partes. Feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.
7 - Navegador cheio de favoritos - Você abre seu navegador para entrar em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a perambular por outros portais? Instale outro navegador e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando sem propósito.
8 - Mensagens instantâneas - Se em sua empresa é permitido usar MSN, gTalk, Wave, dentre outros, a regra é simples: está ocupado? Deixe seu status no modo invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.
9 - Interrupções - Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.
10 - Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores - Que tal falar "não" de forma concreta, com base em planejamento e disponibilidade? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.
1 - E-mail - Ficar com e-mail aberto o dia todo faz o nível de interrupções ficar intolerável, aumenta a ansiedade e a sensação de atividades por fazer. O consultor recomenda definir períodos para lidar com as mensagens, deixando a caixa de entrada fechada no restante do tempo.
2 - Não ter clareza sobre o que fazer - O que você precisa fazer primeiro? Você sabe pelo menos 80% do que deve ser feito em um dia de trabalho? Segundo Barbosa, se você não souber responder a essas perguntas, com certeza vai se perder em tarefas circunstanciais.
3 - "Estou em reunião" - Uma pesquisa feita pela empresa da qual Christian Barbosa é diretor, a Triad Consulting, demonstra que um terço das reuniões podem ser canceladas. O consultor recomenda: "dieta de reuniões já! Quanto menos, melhor. Se tiver de fazer, seja objetivo, defina pontos de discussão e faça durar no máximo 2 horas".
4 - Redes Sociais - No ambiente de trabalho você usa Twitter, Facebook, Orkut? Ainda que sua empresa permita, controle a ansiedade de ficar conectado a essas redes enquanto desenvolve suas atividades. Utilize eventuais intervalos no dia ou o horário de almoço.
5 - Falta de energia - Você está cansado, sem pique e não consegue se concentrar? A falta de energia rouba muitas horas do dia e faz a pessoa surfar em atividades circunstanciais. Tenha hobbies, procure um médico e alimente-se em horários regulares.
6 - Falta de foco - Começa uma atividade e em pouco tempo salta para outra tarefas? Se a atividade for grande, tente dividi-la em pequenas partes. Feche qualquer outro software que não esteja usando, coloque o celular no silencioso e, se funcionar para você, ouça música.
7 - Navegador cheio de favoritos - Você abre seu navegador para entrar em um site, esbarra na lista de favoritos e começa a perambular por outros portais? Instale outro navegador e não importe os seus favoritos. No novo browser, com a lista de favoritos zerada, você perde a tentação de ficar navegando sem propósito.
8 - Mensagens instantâneas - Se em sua empresa é permitido usar MSN, gTalk, Wave, dentre outros, a regra é simples: está ocupado? Deixe seu status no modo invisível ou offline. Está tranquilo? Fique ausente ou ocupado. Está com tempo para conversar? Fique disponível.
9 - Interrupções - Se muita gente interrompe você, pode ser porque sua comunicação não anda muito adequada. Faça uma revisão de como redige os emails, concede informações e delega atividades.
10 - Tarefas imprevistas, convites inesperados e favores - Que tal falar "não" de forma concreta, com base em planejamento e disponibilidade? Se muitas tarefas imprevistas surgem na sua rotina, é possível que o nível de planejamento não esteja adequado. Repare em quais dias da semana você tem mais imprevistos e utilize isso a seu favor.
19. gerdau expande usinas e investe
Fonte: Jornal Correio do
Povo, 19 de abril de 2012
São
Paulo - A Gerdau está completando 20 anos de atuação no segmento de aços
especiais, com investimentos superiores a 4 bilhões de dólares no período.
Esses aportes foram utilizados para a aquisição de ativos no Brasil, nos
Estados Unidos, na Espanha, na Índia e também para a atualização tecnológica
das operações.
Hoje, a siderúrgica também está investindo para atender à demanda das montadoras no Brasil. Ainda este ano, irá expandir suas usinas em Pindamonhangaba e Mogi das Cruzes - ambas em São Paulo - e na Índia, mercado considerado estratégico para a companhia.
Hoje, a siderúrgica também está investindo para atender à demanda das montadoras no Brasil. Ainda este ano, irá expandir suas usinas em Pindamonhangaba e Mogi das Cruzes - ambas em São Paulo - e na Índia, mercado considerado estratégico para a companhia.
20. 3M abre loja na Embraer para aumentar
produtividade
Fonte: Revista Exame, 19 de
abril de 2012
Empresa inaugura modelo im company na
companhia aeronáutica para reforçar parceria.
Rio de Janeiro – A 3M inaugura um ponto de
venda dentro da Embraer, em São josé dos Campos, São Paulo. A iniciativa
pretende encurtar as distâncias e tornar a cadeia de suprimentos mais
produtiva, otimizando o fornecimento de produtos. A idéia é que a presença da
empresa na companhia aeronáutica proporcione mais flexibilidade no atendimento
as demandas e redução de estoques, além de reforçar a parceria com a Embraer.
A principio, a loja disponibilizará nove
famílias de produtos 3M, como fitas adesivas, sistemas de polimento e mascaramento.
O objetivo, no entanto, é chegar a 60 conjuntos de itens nos próximos meses.
Além da recém inauguração, a companhia possui outras três unidades in company:
na Fiat, em Betim (MG), na General Motors, em São José dos Campos (SP),
e na Ford, em Camaçari (BA).
conclusão
Pode-se
concluir que a produtividade está ligada diretamente aos fatores de produção.
Produtividade é um assunto muito amplo, por exemplo, pode-se analisar a
produtividade em relação à pessoa, ou seja, os níveis de produtividade de cada
individuo; e também a produtividade em
geral, que seria aquela ligada ao lucro e capacidade de produção de determinada
organização.
Para
um funcionário ser produtivo em seu trabalho, primeiramente, é claro, ele deve
fazer o que gosta. Outro item importante é ser organizado, ou seja, executar as
tarefas de forma eficiente e procurar sempre agir sobre o que é mais importante
naquele momento. Ter bom senso é imprescindível, principalmente àqueles que
trabalham na área tecnológica, e que passam o dia inteiro na frente do
computador, pois as redes sociais estão aí para desviar a atenção e se a pessoa
não tem foco acaba esquecendo seu objetivo maior, que no momento é realizar
suas tarefas.
Já
a produtividade numa organização está ligada tanto ao empenho dos seus
colaboradores, como também às suas máquinas e equipamentos. É preciso alguém
que conheça todos os processos e que saiba administrar o tempo de cada
procedimento.
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